A Cheia na Madeira Mamoré

Eu vi

Um trem

se

Encher

De 

cheia;

Vi

inundar

Verter 

as

Águas

barrentas

Madeira

Ferrugem;

poeira

e

Ar!

O trem 

que

valia

ouro

Dizia

que corria

mais

Pra

mim

era

a máquina 18

A máquina 

que 

corria 

mais

Entrada de Ferro Madeira-Mamoré; 2014

MARCELA BONFIM - CRIANÇA IDIGENA.jpg

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